Por: Terra Notícias
Data de Publicação: 12 de junho de 2007
Relatório da Polícia Federal apontaria que Dario Morelli Júnior, preso na Operação Xeque-Mate, que investiga a exploração de caça-níqueis, pagava propina a policiais em Ilhabela, no interior de São Paulo, para que eles não reprimissem a exploração de jogos de azar na região. A informação é do jornal Folha de S.Paulo.
Morelli, que é amigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segue detido em Campo Grande (MS). O texto da PF diria que ele "é o responsável por fazer o pagamento de propina aos policiais corruptos" e que "em contrapartida, os policiais não reprimem a atividade ilícita de exploração de jogos de azar".
As escutas realizadas pela PF com autorização judicial mostrariam que os pagamentos, em torno de R$ 1 mil, eram agendados por telefone.
Em depoimento à PF, Morelli negou que pagasse propina. Quando a pergunta foi reiterada, Morelli optou por permanecer em silêncio. Também não respondeu a perguntas sobre como era feito suposto pagamento de propina.
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