Por: Terra Notícias
Data de Publicação: 14 de junho de 2007
"Só se foi como curioso. Ele, com certeza, não era gay nem simpatizante. Era apenas uma pessoa tolerante, sem preconceito. Mas contava que já havia morado com duas mulheres, por 3 anos com cada uma", disse.
Da França, Morgan Landouar, 40 anos, irmão de Grégor, disse ao jornal que, além de triste pelo assassinato de seu único irmão, a família também lamenta pelos brasileiros, "por viverem num País como esse, tão perigoso".
Ontem, o artista plástico João Monteiro da Cunha Salgado Neto, que registrou boletim de ocorrência sobre o desaparecimento de Grégor no dia 7, depôs no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. Salgado Neto afirmou que conheceu o turista há 25 anos na Europa, e ressaltou que Grégor se hospedou em sua residência na capital em busca de novos negócios no Brasil, segundo a rádio Jovem Pan. O escultor não quis fornecer detalhes de seu depoimento, mas espera, a partir de agora, trabalhar e não ser mais importunado sobre o caso.
- Próximo texto:
- Nacional Mega-Sena: ganhador já buscou prêmio de R$ 26 milhões
- Texto Anterior:
- Nacional Vavá afirma à PF que fez lobby com presidente Lula
- Índice da edição - Semana 2