Por: ASCOM
Data de Publicação: 2 de agosto de 2007
As inscrições para o curso sobre "Capacitação em Projetos para Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL)" promovido pela FIEMA – Federação das Indústrias do Estado do Maranhão em parceria com a CNI - Confederação Nacional da Indústria, podem ser feitas até o dia 05 de agosto pelo site www.cgee.org.br/cpmdl/form.php.
O curso acontece de 15 a 17 de agosto, no horário das 08 às 12h e das 13:30 às 17:00h, no Multicenter Sebrae, e será ministrado pelo Analista Sênior em Meio Ambiente da CNI, Alexandre Valadares Mello.
Segundo o Coordenador do Centro Internacional de Negócios da FIEMA, Rogério Vinhas, o objetivo é apresentar as potencialidades de negócios no mercado internacional de crédito carbono, analisar a viabilidade de projeto de carbono nos seguimentos produtivos nacionais, e elaborar estudo de projeto de concepção nas áreas de energia, resíduos e reflorestamento.
“O MDL é uma grande oportunidade para o setor empresarial obter recursos financeiros externos para investimentos em tecnologia limpa, eficiência energética e transferência de tecnologia”, comentou Rogério Vinhas.
O curso é voltado para diretores, gerentes, coordenadores e técnicos conectados ao setor industrial e gestores públicos, e será dividido em quatro módulos: “Mudanças do clima e acordos internacionais”, “Trâmite e institucionalidade dos projetos e introdução ao ciclo de projetos”, “Oportunidades de negócios e avaliação de atratividade” e “Projetos de MDL por setor/atividade produtiva”.
O curso vai facilitar o acesso das indústrias maranhenses no mercado promissor do crédito de carbono, principalmente os setores que utilizam combustível fóssil e carvão mineral.
“Esses setores poderão substituir esse combustível fóssil pela biomassa ou biodiesel. Além de deixar de poluir, essas indústrias podem ter ainda benefício monetário, fazendo uso do crédito de carbono, considerado moeda verde, que pode ser comercializado na Bolsa de Valores ou diretamente pelo comprador através do Certificado de Redução de Emissão”, explicou Rogério Vinhas.