São Luís - Maranhão,
Nos próximos anos, o Maranhão deixará de ser apenas consumidor e passará à condição de gerador de energia elétrica para o país, a partir da implantação da Hidrelétrica de Estreito, com capacidade para gerar 1.087 megawatts, na região tocantina, e da Usina Termelétrica de Carvão Mineral, no Distrito Industrial de São Luís.
As obras da termelétrica devem ser iniciadas no segundo semestre deste ano, após a emissão da Licença Ambiental pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente.
Paulo Monteiro, Diretor de Novos Negócios e Meio Ambiente da MPX Mineração e Energia Ltda, informou que a MPX Mineração e Energia vai investir R$ 1 bi para implantar a usina, que deve gerar cerca de 1.300 empregos diretos e indiretos, no período de três anos e meio – prazo para sua construção. E cerca de 200 empregos diretos e indiretos a partir da sua operacionalização.
A Termo Maranhão, como foi batizada, será instalada em 50 hectares do módulo G do Distrito Industrial de São Luís (Disal). Terá capacidade de produzir 350 MW de energia elétrica.
Júlio Noronha acredita que a produção de energia elétrica vai permitir que mais
investimentos privados venham para o Maranhão. Atualmente, o Estado consome 380MW, 30MW a mais do que a produção prevista para a termelétrica.
De acordo com o protocolo de intenções assinado com o Governo do Estado, durante a implantação da usina, serão contratados prioritariamente trabalhadores maranhenses e também contratadas empresas e instituições locais para o desenvolvimento do projeto, adquirindo no mercado local os bens necessários para a realização da obra.
