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Urubu impede decolagem de avião no aeroporto Cunha Machado

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Por: O Imparcial
Data de Publicação: 18 de março de 2008

Os 129 passageiros que viajariam para Brasília, no vôo JJ-3183, da Companhia TAM Linhas Aéreas foram impedidos de decolar devido a uma colisão com um urubu, enquanto o avião se preparava para alçar vôo.

O vôo que sairia do Aeroporto Marechal Cunha Machado estava previsto para as 13h22, mas teve de ser interrompido. Dentre os passageiros, estavam seis deputados federais e um ex-senador, que iriam cumprir agenda política na capital federal.

Os deputados Pinto Itamaraty e Carlos Brandão (PSDB), Julião Amin e Pedro Fernandes (PTB), Ribamar Alves (PSB), Gastão Vieira (PMDB) e o ex-senador João Alberto (PMDB) estavam no primeiro vôo da TAM e tiveram de ser redistribuídos, após o comunicado do comandante de que a aeronave não poderia prosseguir.

Os parlamentares encaminhavam-se para compromissos em reuniões deliberativas. “Estávamos tomando posição de vôo e houve uma freada brusca. O avião já estava acelerando para decolagem, quando, de repente, parou”, disse o deputado Pedro Fernandes.

De acordo com o deputado Waldir Maranhão, apesar do momento inusitado, os passageiros conseguiram ficar calmos. “Foi um susto, porque o vôo foi interrompido. É uma situação muito desconfortante. As pessoas não ficaram muito nervosas, mas a gente sempre está sujeito a um descontrole emocional”, apontou o deputado federal Waldir Maranhão (PP).

Espera

A maior parte dos passageiros esperou uma nova aeronave – o vôo 9362 - que viria de Belém e pousaria em São Luís por volta de 16h. A informação oferecida para a imprensa, no balcão da GOL Linhas Aéreas Inteligentes, é de que cerca de quinze passageiros foram transferidos para o vôo 1971 da empresa. No atendimento da TAM, entretanto, o dado e outro: que apenas cinco pessoas haviam sido redirecionadas.

Segundo a Assessoria de Imprensa da TAM, o desembarque aconteceu normalmente e todos os passageiros receberam assistência da companhia. Houve reclamações, entretanto, de quem esperava no local. O supervisor da TAM defendeu a empresa de transporte aéreo.

“Não há necessidade de nós oferecermos qualquer tipo de facilidade. Se nós já temos um vôo antes das quatro da tarde, não precisa de almoço”, disse ele. O avião que colidiu com uma ave foi conduzido para manutenção.


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