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Viva Saúde começa mal em São Luís

São sintomáticos os efeitos do programa do governo do Estado batizado de Viva Saúde promete investimentos de R$ 350 milhões na área a serem aplicados durante o restante do mandato de Roseana que termina em 31 de dezembro de 2010. 


Na Vila Luizão, por exemplo, um hospital da rede estadual de saúde está à míngua há mais de 60 dias. 


Os médicos e funcionários não recebem salários e dão o troco para centenas de pessoas que procurar a casa de saúde de ao menos três municípios da região metropolitana.


O descaso acontece a uma distância de menos de 30 quilômetros da sede daSecretaria de Estado da Saúde comandada pelo deputado licenciado e ex-líder da oposição ao governo Jackson Lago na Asembleia, Ricardo Murad. Ele tem conhecimento do atraso nos salários e da insatisfação que contamina todo o corpo do hospital da periferia de São Luís. Imagine nos rincões.


O tom do discurso na saúde é de tranquilidade, conforto, modernidade e outros termos aletadores.


Excepcionais
Murad quer recrudescer em relação aos medicamentos especiais. Muito dos medicamentos receitados para a Farmácia de Medicamentos Excepcionais, FEME, não contam na lista do protocolo do Ministério da Saúde. Sendo assim cabe ao governo do estado bancar a despesa para buscar ressarcimento no órgão federal.


O secretário pressiona os médicos para que atestem a indicação ou substituam as prescrições, visando evitar despesas extras. Esses medicamentos são geralmente obtidos por decisão liminar da Justiça.  No passado dificilmente essas ações passavem pelo mérito. Diante da desarticulação.
  

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